terça-feira, 9 de novembro de 2010

1.ª CAMINHADA DA SAÚDE MENTAL EM PICUÍ-PB. DIA: 19/11/2010 AS 08:30 HS DA MANHÃ.



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1.ª CAMINHADA DE SAÚDE MENTAL SERÁ NESTA SEXTA -FEIRA DIA: 19/11/2010, AS 08: 30 HS DA MANHÃ PELAS RUAS DA CIDADE. O CAPS CONTARÁ COM A PARTICIPAÇÃO DE TODA A SOCIEDADE, EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA, ESCOLAS E AUTORIDADES CIVIS. VENHA CONOSCO PARTICIPAR !!!!
“A vida é um livro aberto onde podemos escrever nossa história a cada dia. Ela nos oferece oportunidades únicas que não devemos desperdiçá-las, a cada momento que se passa podemos usufruir ou simplesmente ignorar as dádivas de DEUS. O conhecimento é um bem imutável, gratuito ou não, para o nosso século, é algo necessário para se viver bem e fazer as pessoas felizes, não desperdice a chance que a VIDA ou seu autor DEUS está lhes dando para que você possa vencer. Os grandes líderes do mundo experimentaram grandes revoluções interiores que muitas vezes vieram com o sofrimento (perda de pessoas queridas, privações financeiras, dentre outras), mas eles souberam encontrar nessas dificuldades o ponto de partida, a força para continuar lutando e numa perspectiva de não parar nunca, conseguiram obter sucesso em suas ações. Por favor, eu te peço não pare de lutar, não pare de sonhar, pois, quando os sonhos acabam agente perder a vontade de viver e de ser feliz!!!”
Martinho Poeta da vida

domingo, 17 de outubro de 2010

DIA MUNICIPAL DE SAÚDE MENTAL 14/10/2010



SENSACIONAL ...
... MUITAS OFICINAS, DINAMICAS E DIVERSÃO !!!

MEMORIAL DRº FELIPE EM PICUÍ - PB






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É UM GRANDE DESAFIO PARA QUEM POSSUI LIMITAÇÕES FISICAS E COGNITIVAS...
" ... MAIS É PRECISO TER FORÇA, É PRECISO DE GARRA, É PRECISO TER SONHO SEMPRE
QUEM TRAZ NO PEITO ESSA MARCA POSSUI A ESTRANHA MANIA DE TER FÉ NA VIDA !!! "

VISITA AO MEMORIAL DE DR.º FELIPE TIAGO GOMES




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ACONTECEU NO DIA 11 DE MAIO DE 2010 JUNTAMENTE COM O PROFESSOR RICARDO E A TURMA DE USUÁRIOS DO CAPS.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ACOLHIMENTO




Acolhimento e a dificuldade no cumprimento das normas.
O acolhimento é uma forma de relação entre o serviço/usuário com escuta qualificada
Para desvelar as necessidades dos que buscam à USF para uma produção do cuidado com responsabilidade, solidariedade e compromisso. Tal entendimento, requer perceber o usuário que adentra à unidade de saúde a partir de suas necessidades de condições de vida, de vínculo entre o serviço e os trabalhadores que produzem o cuidado, de autonomia no seu modo de viver à vida e de sua queixa biológica que o levaram a procurar o serviço de saúde, de ser alguém singular (Cecílio, 2001, Merhy,2003).
Além disto, reconhecer que o usuário tem uma história de vida que traz sua cultura, suas relações sociais e o ambiente de sua origem que contribui na formação de sua subjetividade (Franco & Panizzi, 2004).
Avalio que o acolhimento vai desde um simples aperto de mão na entrada do serviço de saúde com o fornecimento de informações até a escuta qualificada que poderá diagnosticar vários problemas bio-psicossociais. O acolhimento gera o diálogo e a escuta qualificada que por sua vez poderá servir de gatilho para a abordagem de questões importantes; sejam elas individuais ou coletivas. Pretendo desenvolver um trabalho sobre acolhimento com a equipe do CAPS.
No CAPS existem três modalidades, são Elas: Intensiva ( 5 turnos divididos durante a semana), semi- Intensivo (3 turno divididos durante a semana) e não-intensivo ( 2 ou 1 turno dividido durante a semana). Acontece que, existem aqueles usuários que possui certa dificuldade de entender e obedecer às normas e regras do serviço e acabam por freqüentar o CAPS nos dias que não estão agendados, isso causa certo desconforto à equipe que por sua vez fica no meio do muro. Pois, se pede que o usuário retorne no seu dia, corre o risco de perder o vinculo e se o aceita no dia que não está agendado corre o risco de contribuir para os demais usuários queiram vim todos os dias ou nos dias que desejarem participar do CAPS.

Acolher e incluir sim, excluir não e desistir jamais.

Martinho Sérgio de Medeiros Casado
Coordenador do CAPS de Picuí - Paraíba.

A Vida é mestra no saber


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“ Lançar mão de tudo e acreditar que a vida é mestra na arte de aprender e de ensinar. Somos e sempre seremos eternos professores uns dos outros !!! “

Obrigado pela oportunidade de ensinar e de aprender ...
Martinho enfermeiro de Cristo

terça-feira, 12 de outubro de 2010

NOSSA HISTÓRIA




Em Picuí-PB, anterior ao ano de 2006, havia apenas o serviço de dispensação de medicação psicotrópica na rede municipal, após concurso publico municipal, foi criada a coordenação de saúde mental composta por 1 (uma) Psicóloga, 1 (uma) Enfermeira e 1 (uma) farmacêutica bioquímica que fazia a dispensação dos psicotrópicos, havia reuniões semanais com pequenos grupos de usuários com sofrimento mental que passaram a utilizar o serviço com uma maior assiduidade. Após, várias reuniões, chegou-se ao consenso da necessidade de implantar um serviço mais qualificado que pudesse oferecer uma assistência holística aos usuários e pessoas com sofrimento mental, daí então foi feito o projeto e após algum tempo, foi implantado o CAPS 1 de Picuí-PB, tendo suas portas abertas ao público no dia: 05/07/2009, após capacitação da equipe multiprofissional e capacitação de todas as ESFs do município. A gestão municipal teve esse cuidado de implantar o novo serviço fortalecendo o vínculo com a rede de atenção básica a partir de reuniões de capacitações com toda a equipe dos ESFs.
A minha experiência em saúde mental se deu a partir da capacitação com a equipe multiprofissional, pois, não havia trabalhado nessa área da saúde, apenas feito estágio no período de acadêmico de enfermagem no Hospital Psiquiátrico Dr.º Maia em Campina Grande-PB. Habituado com a enfermagem assistencialista que exercia nos serviços hospitalares e na atenção básica, acolhi a proposta como um desafio que posteriormente me trouxe muita realização profissional e pessoal. Pois, na minha trajetória profissional, os novos desafios sempre me inquietaram para fazer algo novo e diferente, ou seja, que a centralização do trabalho terapêutico esteja dirigida na existência Holística do usuário/cliente, pois, o mesmo é o sujeito ativo e não um objeto na relação com a instituição. Contrapondo-se a prática médico privatista centrada no tratamento da doença e não na reabilitação total do individuo que sendo único deve ser tratado respeitando sua singularidade peculiar. Portanto, o acolhimento, necessita adentrar no cenário da minha prática onde o cuidar se faz urgente e emergente, também como forma de humanização.
A humanização encontra-se intimamente ligada à relação de cuidado existente entre o profissional de saúde e a pessoa cuidada, uma vez que segundo a filosogia da palavra, cuidado deriva do Latim Cura que era usada em um contexto de relações de amor e amizade, para expressar a atitude de desvelo, preocupação. Segundo Boff (1999, p.91), “expressa uma atitude fundamental de um modo de ser mediante o qual a pessoa sai de si e centra-se no outro com desvelo e solicitude.”
Segundo Brasil (2004), o acolhimento, como recurso técnico-assistencial, permite mudar os modos de operar a assistência, refletindo a respeito das relações durante o trabalho em saúde. Tais inovações repercutem na forma de organização tanto do processo de trabalho nas equipes, como n a organização das unidades em redes assistenciais, buscando uma aproximação entre a oferta de ações e serviços e as necessidades e demandas da população.
Foi a partir do entendimento dessa necessidade que surgiu minha motivação para a realização deste trabalho, focalizando como uma ferramenta que se bem utilizada pode-se chegar mais próximo daquilo que se idealiza como tratamento qualificado, humanizado e resolutivo uma vez que,

“o acolhimento é a arte de interagir, construir algo em comum, descobrir nossa humanidade mais profunda na relação com os outros e com o mundo natural. E deixar que os outros descubram em nós sua humanidade e o mundo nos mostre sua mostre sua amplitude” (SÃO PAULO, 2002).